A estratégia por trás das dez páginas.
Por que Google Ads, e por que uma página para cada público — com dado real de busca, separando o que é fato do que é hipótese a testar.
O gargalo não é tráfego. É o loop lead → reserva.
Otimizar por um evento raríssimo (a reserva) deixou o algoritmo sem sinal e o empurrou pra alcance barato e de baixa intenção. No Meta, o CPM caiu, a intenção caiu, o CPL explodiu. A lição: otimizar por um evento volumoso (lead); reserva é evento de valor. E o erro a não repetir no Google é o mesmo: alargar para intenção que não compra.
A categoria ainda é nascente em busca.
O produto (tokenização/RWA) tem pouca busca, e o que existe é educacional e barato. Os termos de compra praticamente não existem. Isso é dado, não opinião.
O comprador não busca o produto. Onde ele está é uma hipótese.
Há volume nas buscas adjacentes. Mas adjacência não é intenção de compra: quem busca “franquia barata” quer uma franquia barata, não uma licença de tokenização de ticket alto. Tratamos cada cluster abaixo como hipótese a testar — não como verdade a escalar.
Nas 15 praças, quem procura negócio procura franquia — pelo nome.
Aprofundamos o cluster de franquia: 731 termos reais de busca (marcas específicas — Cacau Show, Boticário, lavanderia — + genéricos) medidos no geo das 15 cidades prioritárias. Resultado: ~14.300 buscas/mês de gente fisicamente nas praças procurando uma franquia — o empreendedor com capital, na cidade certa, em modo de compra de negócio. Compare: os termos do produto nas mesmas praças somam ~10/mês.
“franquia em <cidade>” tem ~0 busca (75 termos testados). O jogo é campanha geo-segmentada nas 15 praças com os termos de franquia.
Dá pra aparecer pra quem busca Cacau Show/Boticário — mas o texto do anúncio nunca cita a marca (política de trademark).
Mesma régua: adjacência ≠ compra. Message-match na LP /franquia + corte por lead→reserva decidem se escala.
4 praças prioritárias somadas = 10 buscas/mês para “tokenização imobiliária”. Geo-segmentar campanhas amplas + LP que localiza — mas geo não conserta intent-mismatch.
netspaces +50% e propriedade.digital +100% no trimestre. Janela real — mas volume pequeno: testar se o clique pago é incremental.
Se “fundos imobiliários” (22.200/m) é FII — produto errado, não bidar — então “franquia barata” (intenção errada) merece o mesmo ceticismo.
A mesma régua dos dois lados.
Bidar amplo num cluster adjacente de ticket alto é, no Google, o equivalente ao alargamento de público que estourou o CPL no Meta: intenção errada, CPC caro, lead que não vira reserva. Então cada aposta vira teste, não afirmação.
Marca: incremental?
~800 buscas de marca/mês a CPC ~R$0. Antes de afirmar valor, teste on/off por geo: o clique pago adiciona, ou é a venda orgânica que viria de graça?
Clusters adjacentes: hipótese
Negativos pesados, message-match na LP dedicada, e critério de corte por lead→reserva. Quem não vira reserva, sai rápido. Geo-segmentar não conserta intenção errada.
Demand Gen × Meta ToFu
Os dois são geração de demanda sobreposta. Holdout / incrementalidade pra medir o que cada um adiciona — sem dupla-contar a mesma conversão nem canibalizar o topo do Meta.
Quatro degraus — cada um marcado como fato ou hipótese.
Como a busca é fina, o volume vem de descoberta; o Search começa pelo que tem maior confiança (marca + categoria) e testa os clusters adjacentes com budget de teste, não com a maior fatia.
Cada landing é o teste de uma hipótese.
A LP dedicada por cluster não é estética — é o message-match que protege contra a intenção errada. É como se valida (ou se mata) cada aposta.
O que o Google resolve — e o que não resolve.
O Google entrega lead mais quente que o alcance barato; não fecha a reserva. O CPA por reserva (alvo R$ 2.500–3.500) só fecha se a expiração voltar ao baseline. ROAS é projeção até o fechamento do HubSpot amarrar (via Enhanced Conversions for Leads). × 7,3 = histórico realizado · ≈ × 100 = projeção da rede — nunca apresentado como retorno do comprador.